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    Preços de carne bovina caem no mercado internacional e impulsionam exportações em janeiro, diz associação

    Mesmo com queda, a receita total no mês cresceu 9,3%, se comparado ao mesmo mês de 2023

    China continua como o principal cliente da carne bovina brasileira
    China continua como o principal cliente da carne bovina brasileira Jakob Cotton/ Unsplash

    Cristiane Nobertoda CNN

    Brasília

    A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) informou que as exportações totais de carne bovina do Brasil aumentaram 28% em janeiro de 2024 em função da queda de preços no mercado internacional. De acordo com a entidade, os preços médios desses produtos caíram 14,16% no primeiro mês do ano.

    De acordo com a associação, os preços médios caíram de US$ 4.630 por tonelada em janeiro de 2023 para US$ 3.954 por tonelada em janeiro de 2024. A receita total no mês chegou a US$ 930,6 milhões contra US$ 851,1 milhões em janeiro do ano passado, num crescimento de 9,3%.

    Ovolume exportado quase dobrou em janeiro. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), que foram compilados pela Abrafrigo, a movimentação passou de 183.817 toneladas em 2023 para 235.341 toneladas no primeiro mês de 2024.

    China segue na liderança

    AChina continua como o principal cliente da carne bovina brasileira. No entanto, importou 3,1% menos em janeiro de 2024. No mês, foram embarcadas 97.056 toneladas, enquanto no mesmo mês do ano passado foram enviadas 100.164 toneladas.

    De acordo com os dados, isso representa uma queda na receita de US$ 485,3 milhões no ano passado para US$ 427,4 milhões em 2024 (- 11,9%).

    Os Estados Unidos foram o segundo maior importador da carne bovina brasileira em janeiro. No entanto, os preços pagos pelos produtos caíram fortemente.

    Em janeiro do ano passado, os norte-americanos pagaram US$ 5.214 por tonelada da carne bovina brasileira e neste ano o preço caiu 43,3% para US$ 2.957 por tonelada.

    No volume, no entanto, as aquisições mais que dobraram, saindo de de 15.296 toneladas no primeiro mês de 2023 para 49.850 toneladas no mesmo mês de 2024, um aumento de 225,9%, resultando em uma receita de US$ 147,4 milhões em 2024, crescimento de 84,8%.

    Outro destaque segundo a Abrafrigo, foi o crescimento significativo no volume foi demandado pelos Emirados Árabes, que ficou no terceiro lugar entre os maiores importadores.

    Em 2023 importou 2.880 toneladas em janeiro e em 2024 elevou as compras para 11.805 toneladas, aumento de 309,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. A receita passou de US$ 13,35 milhões para US$ 54,52 milhões, representando crescimento de 308,3% no período.

    No total, 67 países aumentaram suas aquisições, enquanto outros 56 reduziram compras em janeiro.

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