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    Buscas por “Hamas” crescem no Google em meio à guerra de Israel

    Dados apontam que internautas buscam por informações sobre o grupo extremista sempre que há novos episódios da guerra no Oriente Médio

    Integrantes do grupo radical islâmico Hamas usando máscaras
    Integrantes do grupo radical islâmico Hamas usando máscaras Abid Katib/Getty Images

    Da CNN

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    O grupo radical islâmico Hamas se tornou um dos principais assuntos na imprensa internacional desde que realizou um ataque terrorista surpresa que deixou milhares de mortos em Israel na madrugada de 7 de outubro. A partir de então, as buscas por “Hamas” subiram vertiginosamente no Google por todo o mundo.

    Internautas vêm buscando informações sobre o grupo extremista na web. Nunca o grupo havia sido tão pesquisado como agora, segundo dados do Google contabilizados desde 2004.

    Anteriormente, houve outros picos de buscas pelo grupo extremista, que coincidem com momentos de agravamento na tensão envolvendo os palestinos.

    Entre os momentos, estiveram:

    • Dezembro de 2008 e janeiro de 2009 – momento em que milhares de palestinos foram mortos no confronto entre os dois povos;
    • Novembro de 2012 – centenas de palestinos mortos e feridos em uma ação de Israel para matar o comandante do Hamas, Ahmad Jabari;
    • Julho e agosto de 2014 – sequestro de três jovens israelenses pelo Hamas que resultou em guerra de sete semanas, com milhares de palestinos e dezenas de israelenses mortos;
    • Maio de 2021 – centenas de palestinos feridos em dia de reza em Jerusalém; Hamas demandou a desocupação israelense e o confronto durou 11 dias, deixando centenas de palestinos e uma dezena de israelenses mortos;
    • Outubro de 2023 – conflito que já dura quase um mês já tem milhares de mortos dos dois lados.

    A série histórica do Google teve início em 2004.

    Considerando toda a série histórica, o local que, proporcionalmente, apresentou maior interesse de buscas pelo Hamas foi a Palestina. Em seguida estão Israel, Jordânia, Iêmen e Líbano.

    Pela metodologia do Google, o indicador vai de 0 a 100, sendo que o 100 representa o interesse máximo. Não se trata, portanto, de números brutos de buscas.

    VÍDEO – Líder do Hamas: Palestinos não sairão de Gaza

    *Publicado por Pedro Jordão, daCNN em São Paulo

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