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    Silvio Almeida vive abolicionista em desfile da Portela: “Carnaval me inventou”

    Ministro pisou na Sapucaí na noite da segunda e representou Luiz Gama, advogado e patrono da abolição da escravidão no Brasil

    Silvio Almeida em desfile da escola de samba Portela no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro 2024, no sambódromo da Marquês de Sapucaí, no centro do Rio de Janeiro, no final da noite desta segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024.
    Silvio Almeida em desfile da escola de samba Portela no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro 2024, no sambódromo da Marquês de Sapucaí, no centro do Rio de Janeiro, no final da noite desta segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024. PETER ILICCIEV/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO ENQ20240213009 - 13/02/2024 - 01:07

    Da CNN*

    O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, pisou na Sapucaí na noite da segunda-feira (12). Ele participou de desfile da Portela, no Rio de Janeiro, e representou Luiz Gama, advogado e patrono da abolição da escravidão no Brasil.

    Em suas redes sociais, Almeida disse que seu avô, conhecido como “Lorito”, foi um dos fundadores da Vai-Vai. Ele afirmou que a escola faz parte da história de sua família e a classificou como “uma das mais vigorosas manifestações da cultura negra da cidade de São Paulo”.

    Pouco antes de pisar na Avenida, parafraseando o escritor e professor Luiz Antônio Simas, o ministro escreveu: “o Carnaval me ‘inventou’ e o Brasil, e o que ele tem de bom, de resistente, de criativo me permitiu chegar aqui e servir ao meu país. Vovô, estarei hoje na Sapucaí com o senhor no meu coração”.

    O desfile da Portela retratou o romance “Um Defeito de Cor”, da escritora Ana Maria Gonçalves. O enredo refaz os caminhos imaginados da história de Luiza Mahim — mulher preta e mãe de Luiz Gama (retratado por Almeida).

    A escola diz ter escolhido o tema devido à “necessidade de celebrar e cultuar na arte, na cultura, a trajetória de uma negra matriarca que se confunde a tantas outras até os dias de hoje”.

    “Precisamos não apenas nos espelhar na história, mas principalmente valorizar as descendentes desses movimentos de coragem por amor à continuidade. Através de seu filho, Luiz Gama, sonhamos com uma carta onde o importante abolicionista responde a sua mãe sobre o legado da memória que ela deixou: o livro”, indica o enredo.

    *Publicado por Danilo Moliterno.

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